O projeto

IA e humano trabalhando juntos

Sapanejo

"Sertanejo é sobre sentimentos, e sentimento não tem cor ou orientação sexual". Banda Maria Bunita

Nina Lopes, militante LGBTQIA+, compositora e letrista, apresenta Juno Ferraz: um projeto musical pioneiro que une criatividade humana e inteligência artificial para criar  músicas que falam sobre amor entre mulheres, vivências lésbicas e empoderamento feminino, embaladas pelo ritmo que é a alma do Brasil.

Sapanejo

Depois de anos observando, escrevendo e vivendo as histórias da comunidade, Nina percebeu uma lacuna: onde estão as músicas sertanejas que falam sobre nós?

O sertanejo é o gênero mais ouvido do Brasil. É a trilha sonora de bares, festas, viagens e momentos íntimos. Mas para mulheres lésbicas, sempre faltou algo: representatividade. As letras falam de “ele” e “ela”, mas raramente de “ela” e “ela”. Falam de amor proibido, mas não do nosso amor proibido. Falam de sofrimento, mas não do nosso sofrimento.

Nina decidiu mudar isso. E a inteligência artificial foi a ferramenta que tornou possível transformar suas letras em músicas completas, sem depender de grandes gravadoras ou produtores que não entendem a urgência dessa representação.

Projeto híbrido humano + IA

Nina não apenas escreve as letras, mas também direciona todo o processo criativo, escolhe os estilos, define os arranjos e dá vida às histórias. A IA é uma ferramenta, assim como um violão ou um software de gravação. A alma das músicas é humana. A autoria é de Nina Lopes.

As letras

Nina Lopes, a mente criativa por trás de tudo, escreve as letras baseadas em suas próprias vivências e nas histórias da comunidade lésbica brasileira

Juno Ferraz

Juno Ferraz é a persona artística que dá voz a essas histórias, com vocais criados a partir da própria voz de Nina e imagem baseada em suas fotos

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial viabiliza a produção musical, criando arranjos, melodias e instrumentação de qualidade profissional

O Movimento "Queernejo" Está Crescendo

Artistas como Lauana Prado, Luiza Martins, Paula Mattos e a banda Maria Bunita estão provando que há espaço — e há público — para o sertanejo LGBTQIA+.

Nina Lopes, através de Juno Ferraz, se junta a esse movimento com uma proposta única: música feita de forma independente, acessível e autêntica, usando a tecnologia como aliada.